Acontece que dentro do carro havia um romântico incurável. Pedro tentou chama-lo, pediu que eu desse ré (impossível!!) e à medida que o vendedor se distanciava, seus olhinhos se enchiam de lágrimas:
- Mãe, queria tanto te dar aquela flor! Eu não consigo pegar tantas flores assim (no jardim dos vizinhos, ele quis dizer).
E as lágrimas correram. E meu coração de mãe se condoeu.
- Pedro, não chore! Podemos parar em uma floricultura.
Então, ele se alegrou. Entrou na floricultura com os olhinhos atentos. Viu tudinho e explicou que gostaria de um buquê que tivesse uma flor laranja.
O escolhido foi este aqui:
Lá mesmo, decidiu fazer um cartãozinho e escreveu tudo que ele sabe: PEDRO. E também desenhou nossa família. Não é um amor?
Leia sobre o primeiro amor do Pedro aqui.





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