A correria anda tamanha que eu fico me perguntando como a Frances Mayes conseguiu escrever "Sob o sol da Toscana" tendo que administrar pedreiros. Certo, ela pode ter escrito tudo no fim da obra ... e levo em consideração o fato de que ela não tem 4 filhos pequenos. Nem marido.
Para mim parece impossível arranjar 5 minutinhos para colocar as idéias em ordem e escrever no blog e com isso, a saudade só vai aumentando...
Quem nunca se aventurou a reformar a casa morando nela, atire a primeira pedra. Hein? Alguém já fez isso? E que tal a louca aventura?
Por aqui foi complicado até arrumar pedreiro. Primeiro veio um com cabelo branco comprido e abundante, parecia o Papai Noel pós-Natal, sabe, quando ele pode tirar a barba que ainda dá tempo de crescer para o fim do ano? Ainda estou me perguntando se não era realmente o Papai Noel, já que ele sumiu de repente. Deve ter voltado ao Pólo Norte.
Depois apareceu outro que adora falar advinhe do que? Do meu assunto mais detestado: política! Chega e diz: "Bom dia Dona Ana e o Palocci, hein? A senhora viu o escândalo da Prefeitura de Campinas?". Ai, ai, ai, faça me o favor... o que eu posso conversar com alguém que votou para o Tiririca??
Mas o pedreiro político pelo menos não desapareceu ... ainda ... Tirando uma vez que ele foi fazer exame de sangue, outros 2 dias que choveu, mais outro dia que ele fez exame de próstata para aproveitar a campanha da Prefeitura de prevenção ao Câncer, ele não faltou mais.
E assim a obra anda...





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